Margarida Magalhães, autarca do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) na junta de freguesia do Funchal, desfilia-se e acusa o partido e sua direção de ter um “braço compressor”. Ela critica a “manobra” realizada por Inês de Sousa Real no partido e a “ascensão ilegal da menina Mónica Freitas”. A saída de Magalhães surge em meio à campanha eleitoral e representa mais uma dissidência enfrentada pelo PAN.
Margarida Magalhães alega “braço compressor” do PAN
Margarida Magalhães, até então autarca do PAN na junta de freguesia do Funchal, apresentou sua desfiliação do partido e criticou a atuação da direção e de alguns membros, alegando a existência de um “braço compressor” que limita a liberdade de expressão e a diversidade interna.
Segundo Margarida Magalhães, a gota d’água para sua saída foi a “manobra” realizada por Inês de Sousa Real, presidente do partido, que resultou na ascensão de Mónica Freitas, uma militante mais jovem, como cabeça de lista nas próximas eleições autárquicas. Magalhães considera essa ascensão ilegal devido à hierarquia pré-estabelecida dentro do partido.
Desfiliação em meio à campanha eleitoral
A saída de Magalhães ocorre em meio à campanha eleitoral para as autárquicas e representa mais uma dissidência dentro do PAN. A notícia enfraquece a imagem do partido e coloca em evidência as divergências internas que têm surgido.
“Aqui não prevalece a democracia interna, prevalece a lei do partido, e isso não é um partido político” – declaração de Margarida Magalhães
Deixe um comentário Cancelar resposta
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.